quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Treinos em Matosinhos

Sexta feira dia 04 de Outubro fui para Matosinhos para casa do meu filho com o intuito de lá passar o fim de semana.
 
Como sempre que lá vou não prescindo do meu treino pelo Calçadão junto à praia,  na direcção da Foz, pois o percurso é bom e mais agradável, vê-se sempre muita gente a fazer desporto, uns a correr, outros a andar, outros de bicicleta, outros ainda de patins ou skate, enfim muito bom.
 
Assim e debaixo da influência desse clima, sábado de manhã atirei-me para um treino e lá fui correndo sempre com vontade de ir mais longe, por isso fiz o retorno já junto ao farol que se encontra a cerca de 5kms de Matosinhos na Foz do Douro,  fiz o regresso apreciando a paisagem e sempre em excelente disposição. No fim tinha o meu filho, nora e neto à minha espera e tirei com ele esta foto que fica para a posteridade.
 
 
  Descansei domingo das lides de corrida, e 2ª feira voltei mais ao menos ao mesmo trajecto, apenas com uma passagem pelo parque da Cidade e tornei a fazer outros 10 kms em boa condição.
 
Na terça feira, ontem portanto, regressei a casa e também não treinei, fazendo assim um dia de treino e outro de repouso.
 
Não sei qual a malapata que me persegue que hoje de manhã a andar, e quando ia pôr as trelas aos meus cães para o passeio matinal senti uma picada no gémeo que me tem apoquentado e já não fui treinar! Embora esteja a andar bem, noto que o músculo está magoado. Já não sei que faça.
 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A correr sem quaisquer dor!

Desde a minha última publicação a 27 de Setembro tenho recuperado da lesão no gémeo, julgo que indo pelo caminha certo. Sem correr, mas com caminhadas diárias, até bi-diárias algumas vezes, com distâncias na ordem dos cinco quilómetros cada, fortaleceram-me a zona lesionada sem esforçar. Caminhadas agradáveis acompanhado quase sempre pelos meus dois fiéis amigos de quatro patas, a Maia e o Shaka, quase sempre com chuva, que gosto particularmente.
 
No passeio de ontem experimentei fazer um quilómetro, entre o terceiro e o quarto, em passo de corrida lenta e nada senti. A andar normalmente também me pareceu tudo bem, pelo que hoje logo de manhã e após o pequeno almoço lancei-me para um treino de corrida contínua em ritmo lento (7,10m/km) e percorri a distância de 5,2 kms sem quaisquer sintomas de dor e conforme gráfico abaixo.
 
Reservo para o fim do dia uma caminhada ou apenas passeio de forma a continuar a o trabalho de fortalecimento muscular.
 
Hoje o animo melhorou, felizmente.


DistancePaceSpeed Avg.DurationElev. gainElev. loss
1.00 km7:07 min/km8.42 km/h7:170 m10 m
2.00 km7:10 min/km8.37 km/h14:349 m13 m
3.00 km7:14 min/km8.28 km/h21:4311 m0 m
4.00 km7:02 min/km8.52 km/h28:353 m0 m
5.00 km6:31 min/km9.20 km/h35:176 m12 m
5.28 km7:22 min/km8.13 km/h37:073 m0 m

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Resumindo 2013

2013 tem sido um ano de apostas várias, umas boas a maioria nem por isso, que me condicionaram e condicionam os treinos e a sua regularidade. Uma aposta falhada de âmbito profissional que me ocupou o dia inteiro de Março até agora final deste mês Setembro, também ajudou a condicionar a disponibilidade para treinar.
 
Contudo embora sem a regularidade desejada tenho treinado e mais não tenho realizado porque uma arreliadora lesão no gémeo da perna direita me condicionam os treinos desde Julho para cá. Recupero, volto a treinar e quando menos conto o gémeo dá de si e volto a parar. Tenho substituído a corrida por passeis de BTT e inclusivamente em Agosto entrei pela primeira vez numa prova de 30 quilómetros num dia particularmente quente que chegou a atingir os 40º. Para mim foi uma prova duríssima e embora sendo o mais velho em larguíssima diferença com qualquer dos outros 28 participantes consegui terminar no tempo de 2h e15m e com alguns jovens a chegar depois de mim. Mas julgo que foi experiência a não repetir, prefiro mesmo ficar-me por passeios sem competição.
 
O mesmo se passa afinal com a corrida, cada vez mais o que me motiva  é o prazer do esforço, a transpiração, o desfrutar da natureza, a saúde, e aquela sensação no fim de um bom treino e após o banho de nos sentirmos rejuvenescidos. Competição para quê?
 
Por isso,  hoje quando escrevo, com uma dúvida muito grande do que será o meu futuro próximo, fica apenas a convicção que é o desporto, em particular a corrida, a minha maior motivação para vencer as agruras, os desgostos, e o desconforto da segurança que o futuro me reserva.
 
Estou como o tempo, chuvoso, inseguro e triste.